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História numa Garrafa; Maria Saraiva de Menezes;
Tecto de Nuvens, 2018 (Junho)
Capa mole, 660 páginas, PVP 25€
ISBN: 9789895412822

SINOPSE:

A 'História numa Garrafa' reúne 1.095 'short stories' para adultos. São histórias de muitas vidas, de paixão, furor, solidão, depressão, felicidade, amor nas várias formas e guerra nas mais diversas vertentes. É uma viagem ao mundo interior do ser humano, viajando pelo mundo exterior e conhecendo tantas formas de personalidade quantas aquelas que a humanidade sabe manifestar. A autora Maria Saraiva de Menezes é reconhecida na arte do conto, da história curta e da novela, premiada nesta última categoria com o Prémio Literário AICL Açorianidade 2013. 
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Este livro começou por ser um ‘livro vivo’ numa página de Facebook e, posteriormente, no Instagram, onde a autora publicou uma história por dia, pontualmente, durante três anos, com fotografias de sua autoria. Destinam-se ao público adulto e vão ao encontro dos mais variados universos devido à variedade de temáticas. 

A autora e o livro foram alvo de reportagem no 'Literatura Aqui', na RTP2, programa 11, temporada 2, a 22/11/2016: http://www.rtp.pt/play/p2798/e260627/literatura-aquie na Antena 3, no programa 'Donas da Casa', com Ana Galvão, a 10/3/2017 e ainda, na Casa Raphael Baldaya, em Lisboa, onde realizou uma leitura pública de histórias, a 3/3/2018.



Encomende e receba em CASA, com dedicatória AUTOGRAFADA pela AUTORA. Faça o(s) seu(s) pedido(s) na página de Facebook ou Instagram @História numa garrafa ou através do e-mail mariademenezes@gmail.com📖
PVP: € 25 euros
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PREFÁCIO:
"Acho que sempre conheci a Maria Saraiva de Menezes.
Na verdade não conheci, mas sinto-a na pele como se a tivesse conhecido. Talvez porque calcorreámos as mesmas ruas, as mesmas paisagens, debaixo do mesmo céu. Dez anos nos separam e, de facto, nunca nos tínhamos encontrado até ao convite para um livro de contos nos ter juntado. Posso dizer com propriedade que não foi o mesmo céu, mas sim o amor pela escrita que nos descobriu.
Quando a Maria me falou do projecto de “História numa garrafa” também eu fiquei entusiasmada, era uma ideia brilhante: pedaços de vidas, por vezes em pedaços, ou despedaçadas, peças em construção, um desafio imenso para ela e para nós, leitores, que desde a primeira impressão nos agarrou. Não só o projecto era bom, como as histórias eram magníficas: curtas, incisivas, sarcásticas, dolorosas, com princípio, meio e fim em meia dúzia de linhas. 
A Maria é sagaz, inteligente, persistente e organizada; durante três anos não falhou um dia, são 1095 dias e 1095 histórias acompanhadas de 1095 fotografias da sua autoria.
A mestria da sua escrita aplicada à sua perspicácia para ler mentes, tipologias, a sua formação filosófica e humanista cria um leque variado de vidas onde poucos escapam: o solitário, o convencido, o novo-rico, o deserdado da sorte, a viciada, a tímida, a dissidente, a distraída, a perdida, a fingida, a desgraçada, a bem relacionada, a mal intencionada, a ilusionista... a argamassa de todas as grandezas e falhanços deste mundo desfila numa tela imensa, que convida à imaginação a continuação da sua sorte, do seu infortúnio mesclado de sabores desconhecidos dos próprios personagens. Se são reais? Pois não sei, mas a verosimilhança com a realidade acontecida e a acontecer bem lhes pode dar essa prerrogativa: são reais, pois.
Nós, seres humanos, no nosso mundo intrincado e até de nós próprios desconhecido, criamos as expectativas mais torpes e mais sublimes, que cabem no tamanho de uma história escrita num pedacinho de papel, metido numa garrafa e lançada ao mar da vida, sem pejo nem pudor que aconteça algures connosco ou com outrém... A Maria encontrou centenas de mensagens à deriva em centenas de garrafas tão destemperadas, à solta, feridas, e codificou-as como uma comédia de costumes.
Que sorte para nós, leitores, podermos lê-las no remanso duns minutos, de uma vez, ou uma a uma cada dia, reunidas e acompanhadas de uma bela fotografia cheia de significado. Nada é ao acaso, a Maria na sua sarcástica e, por vezes, triste ironia, dá-lhes um fim sem medos, trágico, feroz, satírico e redondo. 
Eis, aqui tem, caro leitor, mais uma obra de arte, de que a natureza humana é feita, agarre-a, sorva-a, sirva-se e disfrute, é sua!
Agradeço às letras que nos juntaram, ao mesmo céu que viu desfilar as nossas emoções, no Alto Minho, na vila de Arcos de Valdevez, que nunca poderemos renegar, mesmo já distanciadas quer no tempo quer no espaço, mas cuja força perdura como a água fresca do rio Vez que ora em enxurrada invernosa, ora em lenta harmonia primaveril nos faz sonhar em cada história numa garrafa à deriva, talvez, quem sabe, no seu leito ou num semelhante."
 Paula Teixeira de Queiroz
Lisboa, 07.05.2018

Maria Saraiva de Menezes (1971, Porto) é professora e escritora. Licenciada em Filosofia, pela Universidade Católica Portuguesa, em 1998. Descendente de famílias do Minho e da Madeira, viveu no Minho durante a infância e adolescência e, entre 1987 e 1990, viveu em Macau, onde frequentou o primeiro ano do curso de Direito, na Universidade da Ásia Oriental. Vive em Lisboa. É casada e tem 3 filhos. Publicou 17 livros (poesia, ficção, etiqueta, pedagogia e infanto-juvenis). Realiza a HORA DO CONTO em escolas e bibliotecas com as suas histórias. Três dos seus contos infantis foram encenados e representados em Portugal (Teatro Bocage e Teatro Nacional Dona Maria II). Venceu o 1º Prémio Literário AICL Açorianidade 2013, com o livro «CHAPÉU DE CHUVA TRANSPARENTE, Crónica de um Amor sem Limites» e outros pequenos prémios e publicações. Criou a comunidade literária 'História numa Garrafa', um ‘livro vivo’, numa página de Facebook e Instagram, onde publicou, diariamente, uma história entre 2015 e 2018, agora publicado em suporte de papel e eBook. Criou posteriormente, a página 'História num copo d’água’, nas redes sociais, outro ‘livro vivo’, onde publica, semanalmente, uma história.


Encomendas e contacto com a autora: mariademenezes@gmail.com

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